domingo, 23 de outubro de 2016

Os verdadeiros católicos voltarão para as catacumbas!



Estamos em tempos na Igreja em que padres sentam e ouvem a sedução de filósofos ateus e até praticam os ensinos destes falastrões.

Estamos em tempos na Igreja em que padres desobedecem totalmente o ensino por ela dado ao londo de 2000 anos.

Estamos em tempos na Igreja em que padres preferem o estereótipo do homem moderno; que faz musculação, que canta na televisão, que está na moda, sendo sensual e até falando as "gírias" da juventude mais "radical". Usar a batina? nem pensar.

Estamos em tempos na Igreja em que as irmãs (freiras) preferem passar o dia em meditação de Ioga, lendo livros insanos, assistindo novelas e estudando porcaria do que rezar o terço e praticar a liturgia das horas.



Estamos em tempos na Igreja em que receber o sacramento da penitência é uma maior penitência, pois muitas vezes só temos a chance no tempo da quaresma; quadro este que graças a Deus está começando a mudar.

Estamos em tempos na Igreja em que padres e até bispos apoiam o comunismo (sistema denunciado pelo magistério da Igreja como incompatível com o catolicismo por vários papas) ou partidos do mesmo, como o PT por exemplo.

Estamos em tempos na Igreja em que o Papa levanta questões já definidas e debatidas na Igreja como a comunhão dos recasados, ordenação de mulheres e o próprio ministério petrino. E para piorar, enaltece hereges como Lutero, dizendo que ele foi um "grande" homem.

Estamos em tempos na Igreja em que a liturgia centraliza o homem de tal maneira no culto divino, que Deus vira um mero coadjuvante. E estes (que fazem isto) ainda se dizem "liturgistas".

Estamos em tempos na Igreja em que se vestir bem para ir à missa é vestir como se tivesse indo à uma boate, danceteria ou até em um clube recreativo. A modéstia não, quase nunca se usa, não está na moda.

Estamos em tempos na Igreja, em que pessoas como eu, que recorrem ao catolicismo tradicional para se libertar dessas imundícies do "modernismo" são taxadas de loucas, retrógradas, bitoladas, pragmáticas e dogmáticas. São vistas como pessoas não participativas e não alheias aos acontecimentos da atualidade, o que na verdade é meramente o oposto.

Estamos em tempos na Igreja em cada raio que cai na basílica de São Pedro nos reserva um acontecimento ruim e pre-meditativo de que o fim da Igreja está próximo, e com ela - óbvio, o final dos tempos.

Obrigado Deus, pois em meio à tanta tempestade, me destes a fé e esta eu guardo como o meu maior tesouro.
Serei católico até o fim, mesmo que eu vá para as catacumbas.

Quem leu este texto e ficou chateado como alguma coisa, é porque a carapuça serviu! É bom tomar jeito e começar
a buscar a verdade e não a fantasia.

Que Nossa Senhora, os apóstolos São Pedro e São Paulo, roguem por todos nós, que recorremos ao Nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina por todos os séculos dos séculos, amém.

2 comentários:

  1. Não fiquei chateado, pelo contrário, identifiquei-me com tudo que disseste.
    Que podemos fazer diante de todas essas mudanças na Igreja?
    Se não devemos ir à missa nova, como receber o Cristo, como estar sempre próximo Dele e de Maria?

    ResponderExcluir
  2. A Missa Nova tem o mesmo valor meu caro Manoel Martins, e deve ter a mesma devoção. A diferença é que a Missa em Latim não dá margens para erros litúrgicos como acontece na Missa Nova, essa é a grande diferença. Percebe-se isto quando você vai à uma Missa em comunidades diferentes, onde cada uma celebra de uma maneira diferente da outra. A Missa antiga (em latim) é unica. Obrigado pelo comentário. Que a Virgem Imaculada cubra o seu coração com as bençãos e a paz de Jesus Cristo.

    ResponderExcluir