segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Um novo canto!

Este vídeo é um exemplo do canto na Santa Missa!



Pena que aqui no Brasil, a CNBB prefere enfatizar campanha esquerdista (marxista) com seus "hinos":

"A Liberdade haverá, a Igualdade haverá e nesta festa onde a gente é irmão..."
- A missa agora é festa e nós estamos levantando a bandeira do PT, ou da revolução marxista.



"Eu creio no mundo novo..."
- Somos das testemunhas de Jeová e eu não sabia...

"Hoje é dia de festa.."
- Novamente (Canto de entrada) citando a Santa Missa como uma festa e não como o sacrifício de Cristo no calvário, e com direito a dançinha de forró e triangulo badalando.

"Que a terra mãe germinado contém .."
- Este "hino" (ouve-se na terra um grito) o excomungado pseudo-frei Leonardo Boff deve ter composto ou inspirado o autor profundamente. A terra é nossa irmã em criação como dizia São Francisco, assim como toda a natureza. Alguém avisa esta alma por gentileza.

"Lutai por um mundo de irmãos, o chão é de todos, e o pão"
- Viva o MST!

"e nós participamos na construção de um mundo novo..."
- Sim, o mundo novo é aqui, imanente! Eles não creem na vida eterna, diga-se de passagem.

"Nele está a nossa confiança, a esperança de libertação..."
- Aqui é um eufemismo, porque a libertação mencionada é da opressão capitalista.

"A vos louvam o rei celeste, os que foram libertados.."
- Sim, mais uma vez da opressão burguesa e a libertação do proletariado.

Eu já toquei e cantei todas estas músicas na Santa Missa (sem pensar é claro), mas a mais arrasadora foi a do Pai Nosso dos Mártires, vejamos:

"Pai nosso, dos pobres marginalizados
Maldita toda a violência que devora a vida pela repressão.
Queremos fazer Tua vontade, és o verdadeiro Deus libertador,
Não vamos seguir as doutrinas corrompidas pelo poder opressor.
Pedimos-Te o pão da vida, o pão da segurança, o pão das multidões.
Perdoa e destrói os reinos em que a corrupção é mais forte.
Protege-nos da crueldade, do esquadrão da morte, dos prevalecidos
Pai nosso revolucionário, parceiro dos pobres, Deus dos oprimidos
Pai nosso, revolucionário, parceiro dos pobres, Deus dos oprimidos"

Isto cantado aqui no lugar da oração do Pai Nosso tem algo teológico? espiritual? e da liturgia de 2000 anos da Igreja Católica? Não. Isto é um "hino" de comitê da coligação PT-PSOL-PCdoB-PCB-PSB, um hino marxista.

O chavão da teologia da libertação está presente em quase 95% dos hinos, com as palavras de libertação, opressão, oprimido, igualdade, mundo novo, luta, revolução, campo, e por aí vai...um imanentismo e um marxismo sem fim.


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