domingo, 27 de outubro de 2013

A acessibilidade de informações da Igreja Católica por meio da internet - Inquisição e liturgia




Houve tempos em que informações doutrinárias, documentais e ensinos da Igreja eram para poucos.
Hoje, na era da informação e dos meios de comunicação, não fica difícil obter qualquer informação da Igreja na internet.
Informações que precisam passar por um processo de triagem, pois existem meios de comunicação sujos e sensacionalistas que tem como base a destruição de alguma imagem ou instituição e principalmente em atacar a Igreja Católica.
Fazendo esta filtragem não fica difícil encontrar meios seguros e que transmitem a verdade.
Como diz o ditado: O maior cego é aquele que não quer ver, ou seja, é aquele que não quer ler também.
Pois temos na internet todas as informações necessárias para sanar quaisquer dúvidas, basta procurar e pesquisar.

Um bom exemplo é a respeito da inquisição; muitos meios atacam ás vezes com demasia falsidade e difamação da imagem da Igreja Católica como se esta fosse um dragão assassino indomável da idade média. Números de milhares de mortes, estatísticas e apontamentos sem fontes! Como isto é possível?

 Estes meios de comunicação aproveitam da inexperiência de iniciação do internauta, pois este, querendo respostas rápidas (aí está o segredo), clica na primeira opção do Google e pronto; faz a sua pesquisa degradante e “satisfatória” concluindo em poucas linhas a sua missiva "vomitante". As imagens de bruxas sendo incendiada, música de Metal Gótico ao fundo, uma escrita direta e maçante do autor, sem fontes, sem conteúdo e sem uma crítica plausível desperta a curiosidade do leitor como uma isca.

Um passo importante para procurar fontes sobre a inquisição é analisar se ela esta sendo julgada dentro do contexto social, cultural e religioso da época.

Pois bem, a Igreja não esconde nada sobre a inquisição, basta pesquisar fontes confiáveis e não sair engolindo qualquer sapo ou navegando à deriva pela internet.

O Papa João Paulo II realizou um Simpósio internacional sobre a inquisição em Roma entre os dias 29 e 31 de outubro de 1998. Lá estavam cerca de 30 historiadores renomados de diversos países, religiões, raças, crenças e ideologias.
O trabalho final foi concluído com o nome de “L´Inquisizione” com 780 páginas.
E para espanto de muitos “amigos” e inimigos da Igreja Católica, as pesquisas e descobertas que formam feitas através dos minuciosos documentos, colocaram uma pedra definitivamente no assunto. As conclusões ali encontradas são muito diferentes do que se propagam nestes meios de pesquisas, na imprensa e nas universidades. Basta conferir, o resto eu deixo para os pesquisadores de boa fé e de boa vontade.

Outro dado importante sobre as informações da Igreja na internet é em questão da liturgia

Sabemos que o Concílio Vaticano II realizado em meados da década de 60 através de seu documento Sacrossanctum Concilium deu a Igreja um novo “rumo” em relação á celebração litúrgica.
Visivelmente notável, antes do Concílio a celebração era bem diferente; com o padre celebrando de frente ao altar “versus Deum”, em latim e com pouca participação ativa da assembléia.
As mudanças ocorreram justamente por causa desta última; a fim de que a assembléia participasse mais ativamente da celebração litúrgica. Foram inseridas algumas mudanças, entre elas a inserção da língua vernácula em algumas o partes da missa.


O problema é que ao longo dos anos pós-concílio, diversos movimentos surgiram na Igreja e contrapuseram os ensinos deste concílio inserindo ideologias, folclore, danças, músicas e etc.
O mais engraçado é que que estes movimentos que afirmam que estão seguindo tal proposta, estão interpretando de forma errada. E acredito que foi por má fé, pois um movimento chamado Teologia da Libertação e outro chamado RCC não tem nenhuma autonomia em relação a assuntos ligados a liturgia e foram os que mais revolucionaram a forma das nossas celebrações nos últimos anos. Influência? Não.
A RCC errou e erra por falta de formação, ingenuidade e ignorância. A Teologia da Libertação é por falta de respeito e sua causa revolucionária com seu movimento marxista.
Hoje o que vemos nas celebrações muitas vezes é mero espetáculo, onde o homem virou o centro (Marx aplaudiria de pé a TL por este feito), o homem virou a estrela pop da celebração.
Resumindo, o documento da liturgia do Concílio, aprovado unanimemente não foi seguido!

Então veio a Internet e a casa começou a cair!

Nos dias de hoje fica fácil desmascarar estes revolucionários com alguns cliques, basta ter paciência e boa vontade que encontramos todos os documentos da Igreja a disposição no site do Vaticano e em outros diversos sites espalhados pela internet. Sites seguros e confiáveis, claro.
Tenho presenciado padres que celebram erradamente as celebrações e levantam o Missal Romano em suas reuniões de liturgia, dizendo: - Faço tudo o que está escrito conforme o Missal! Mas só que eu li o Missal todinho, imprimi este através de um site da internet (porque comprar este livro é muito custoso para o meu bolso), comparei a impressão com original e concluí; tem padres enganando os fiéis em matéria de Liturgia e dizendo que está no Missal e não está. Agora me pergunto por quê? O que a Igreja ganha com isto?

Um recado para estes “liturgistas”



Cuidado, a era da informação chegou e a era do analfabetismo já passou, a internet está dando todo o material que precisamos. Vemos Missas e a catequese do Papa, lemos o Sacrosanctum Concilium, o Redemptionis Sacramentum, A Instrução Geral sobre o Missal Romano e até o Código de direito canônico.
Que maravilha! Agora vem me dizer que o fiel pode pegar a hóstia com as mãos (sujas), molhá-la no cálice e sair respingando o precioso sangue de Cristo em todo o altar e pelo chão e comungar por si mesmo? A resposta é não! Nos documentos da Igreja é expressamente proibido este tipo de ação!
Agora temos provas documentais graças á acessibilidade por meio da internet.
E tem várias outras aberrações cometidas na liturgia que não cabe colocar aqui.

Nós, fiéis leigos, estamos de olho. A era da desinformação acabou!
Obrigado internet, obrigado http://www.vatican.va

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