sábado, 7 de julho de 2012

7 de Julho - Santo Adriano

Adriano viveu no século IV. Era casado com Natália. Recebia oração e via o testemunho de sua esposa nas pequenas coisas, na fidelidade, no amor a Deus e a ele.


Adriano pertencia à chefia da guarda romana, onde o Imperador Diocleciano perseguia duramente os cristãos. Numa ocasião, foram presos 22 cristãos, que testemunharam Jesus perante os tribunais. O coração de Adriano se decidiu por Cristo naquele momento e quis pertencer ao número daqueles heróis do Senhor. Decidiu-se por Cristo, foi preso, sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja. 


Natália acompanhou tudo e orava pela fidelidade de seu esposo a Cristo. Adriano teve uma última chance de declarar seu amor à esposa e foi martirizado, queimado vivo, juntamente com os outros 22 cristãos. 


Santo Adriano, rogai por nós!


Fonte extraída do site da Canção Nova
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=7&mes=7&ano=2012
Santo Adriano 
por Regina Céli Pinhata Novelini 
Adriano foi um dos tantos mártires da terrível perseguição do imperador. Diocleciano aos cristãos no início do século IV.
Adriano era chefe dos guardas do imperador Galério e estava casado havia 13 meses com Natália, que secretamente, havia tempo era cristã.
Um dia, assistindo em Nicomédia ao processo de 22 mártires, revoltado com as injustiças e também comovido com a firmeza e o ardor dos cristãos, com a fortaleza que suportavam as torturas, colocou-se entre os cristãos e gritou:
“Acrescentar também o meu nome a estes heróis, pois também eu me declaro cristão”.
Foi levado para a cadeia com os colegas de martírio, que o batizaram.
Natália ficou sabendo da prisão de Adriano e se rejubilou pela conversão do mesmo. Foi a cadeia para beijar as algemas do marido e para encoraja-lo a não negar a fé.
Poucos dias depois Adriano ficou ciente do processo e conseguiu autorização para avisar sua mulher. Natália se atira de joelhos frente ao marido, vencida por um sentimento de veneração.
Encaminharam-se depois, em direção à cadeia e Natália lá permanece curando as feridas dos mártires depois das torturas.
Mas como havia muitas mulheres cumprindo esse piedoso ofício, o imperador proíbe, exigindo que saiam.
Natália consegue iludir a vigilância, corta os cabelos para parecer homem e continua dando assistência aos mártires.
Após a morte de Adriano, queimado vivo junto com outros 22 cristãos, Natália foi pedida como esposa por um general do imperador. Ela pediu uns trinta dias para refletir e fechou-se em seu quarto rezando: “Ó Senhor, olhai para vossa serva e não queirais que seja entregue a um pagão, profanando o lar do vosso mártir Adriano”. Fugiu em seguida com outros cristãos em direção a Bizâncio. Vencida pelo cansaço e pela fome caiu por terra e adormeceu. Sonhou com Adriano na glória e que vinha buscá-la. Pouco depois adormeceu para sempre no Senhor. 
Fonte: http://www.amcparoquiasaojoaobatista.com.br/listaprod.asp?lista=categoria&tipo_id=2&prod_id=326

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